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vidros automotivos

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Vidro do Teto Solar

Teto Solar

Brasil, país tropical e abençoado por ter sol quase o ano todo, não deixa de causar estranheza que o teto solar seja um acessório raro entre os carros.

Ainda há muita resistência para escolher um carro que tenha teto solar e o motivo geralmente são os mesmos: alto custo ou defeitos que geralmente acontece.

Veja algumas dicas:

Instalação

– Antes de gastar de R$ 1.000 a R$ 5.000 na instalação de um teto solar no seu carro (se ele não veio de fábrica com o acessório), é essencial pesquisar muito e encontrar a oficina certa para realizar o serviço.

– Procure no site do fabricante se a oficina é autorizada a realizar o serviço.

– A instalação fora da fábrica pode ser feita, mas é essencial que a oficina utilize os procedimentos corretos. Não é só cortar a chapa e colar o teto lá.

Troca do Vidro do Teto Solar

Com mais procura por modelos com teto solar, temos notado um aumento de clientes que nos procuram para fazer a troca do vidro do teto solar. Na UniglassBR realizamos a troca do vidro do teto solar. Entre em contato conosco.


Limpador Parabrisa

Dicas de como limpar e tirar a gordura do parabrisa

Principalmente em dias de chuva, quando ligamos o limpador do parabrisa, temos a sensação de que o vidro está engordurado e não adianta esguichar água até acabar o reservatório.

O mercado oferece vários tipos de detergente específicos para automóveis. Os frascos de 100ml custam entre R$ 4 e R$ 10.

Não é recomendável o uso de detergente de lavar louças no limpador do parabrisa, porque corre-se o risco de colocar detergente demais e provocar muita espuma. E mais: o resíduo do detergente pode manchar o vidro e prejudicar a visão do motorista, sem falar que o sol pode manchar a lataria do carro. Por isso, é aconselhável usar produtos específicos.

Para limpar o parabrisa durante a lavagem completa do carro, veja as dicas:

– Use jornal ou papel toalha, pois não soltam fiapos e são eficientes.
– Num balde, coloque um pouco d’água e detergente neutro, mas cuidado para não exagerar.
– Retire todo o excesso do detergente com bastante água.
– Se tiver, utilize um rodo pequeno para tirar o excesso de água.


Vidro Automotivo Trincado

Veja dicas de especialista para compra de vidros automotivos regulamentados

Para ajudar a proteger motoristas e passageiros, o gerente técnico da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos, Sílvio Ricardo de Carvalho, explica que os consumidores devem ficar atentos a alguns detalhes sobres os vidros automotivos. “No caso de para-brisa, existe uma legislação, que é uma resolução do [Conselho Nacional de Trânsito] CONTRAN, que exige que sejam utilizados vidros laminados. Nesse vidro laminado dá para identificar a marcação na borda, informando se ele está certificado no órgão competente. Você também vai identificar a marca do [Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia] Inmetro. Para o vidro ser comercializado, ser aplicado em um veículo, tanto o para-brisa quanto outros vidros utilizados, ele precisa ter essa marcação do Inmetro, que é uma certificação”.

Carvalho explica também que existem dois tipos de vidros para automóveis. “O laminado tem duas lâminas de vidro e uma película entre os vidros. Ao receber qualquer impacto, o vidro não vai estilhaçar. Os fragmentos vão ficar presos a essa película, garantindo a segurança do condutor. No caso do vidro temperado, ele tem uma resistência mecânica maior e quando se quebra, se quebra em pequenos pedaços.”

Durante uma demonstração, o vidro temperado se quebra durante um impacto. Já o vidro laminado fica apenas trincado e não solta pedaços.

O preço do produto também pode sinalizar a qualidade do vidro. Em média, um vidro original custa a partir de R$ 220 e o valor muda de acordo com o modelo do carro.

Fonte: G1 – Globo
http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2015/08/especialista-da-dicas-para-compra-de-vidros-automotivos-regulamentados.html


Vidro Veículo Trincado

Vidro Automotivo Laminado

O vidro automotivo laminado exerce uma importante função para a proteção dos ocupantes do veículo. Quando quebrado, os estilhaços ficam presos nessa camada intermediária. Esta característica produz efeito de uma “teia de aranha” quando o impacto não é totalmente suficiente para furar o vidro. É composto por duas ou mais placas de vidro, que são unidas por uma ou mais camadas intermediárias de polivinil butiral (PVB) ou resina.

O vidro laminado foi inventado em 1903 pelo químico francês Edouard Benedictus, inspirado por um acidente em seu laboratório. Um frasco de vidro com um revestimento plástico caiu e quebrou mas seus estilhaços se mantiveram unidos. A primeira utilização generalizada de vidro laminado foi nas máscaras de gás durante a Primeira Guerra Mundial.

É normalmente utilizado quando existe uma possibilidade de impacto humano, como em pára-brisas de automóveis; onde se deseja ter maior segurança, como em janelas e vitrinas; ou onde não pode cair o vidro quebrado, como em clarabóias e corrimãos.

Polivinil butiral é uma película plástica e elástica aplicada entre as chapas de vidro. Estão disponíveis no mercado películas transparentes, coloridas e impressas. É nessa película que os fragmentos de vidro ficam presos em caso de quebra. Graças a esta camada, o vidro laminado tem um melhor isolamento acústico, devido ao efeito amortecimento entre as placas de vidro, e também bloqueia 99% dos raios UV transmitidos.

Já o vidro temperado é utilizado principalmente nos vidros laterais e traseiros do veículo. O vidro é muito resistente e possui uma exclusiva característica de fratura que é o estilhaçamento instantâneo no caso de quebra. Se quebrado, o vidro se estilhaça em pequenos pedaços sem bordas cortantes, proporcionando um ambiente mais seguro no caso de acidentes.


  • Conserto Maquina Vidros

Quando fazer a manutenção em vidros elétricos

Com o passar do tempo e do uso e também a exposição do veículo a sol, chuva e poluição, pode acontecer de o vidro passar a ter dificuldade para deslizar. Isso se dá porque as canaletas flocadas, onde ele é encaixado, ficam ressecadas e acumulam sujeira, aumentando a resistência nesse contato e fazendo o vidro se deslocar de maneira mais pesada.

Para evitar esse tipo de problema e outros maiores que podem surgir a partir do esforço excessivo do sistema, recomenda-se o uso de um lubrificante à base de silicone. Em formato de spray, ele deve ser aplicado em toda a canaleta, pelo menos, a cada seis meses. Uma injeção de ar comprimido na chave elétrica do sistema também pode ajudar na melhoria da movimentação do vidro.

Quando o reparo é necessário

Se ouvir estalos ou ruídos, não hesite em procurar uma oficina. A lubrificação das roldanas da máquina de vidro e cabos de aço pode solucionar alguns casos. Outros, entretanto, podem ser mais complexos. Os problemas mais comuns costumam ser no motor, no suporte plástico ou nos cabos de aço. Eles começam a aparecer com mais frequência, em média, após sete anos de uso do automóvel.

Vale notar que os componentes dependem do tipo de sistema de vidro elétrico que o carro possui. Existem, basicamente, dois os tipos de máquinas: as movidas a cabo de aço, que são mais comuns, e as engrenagens com dentes de ferro. No primeiro caso, o desgaste se dá principalmente no cabo de aço, que pode se desfiar até seu rompimento e a queda do vidro. No segundo, o uso prolongado provoca a quebra dos dentes de ferro.

Manutenção de Máquina de Vidros

A UniglassBR dispõe de serviços de reparo e conserto da Máquina do Vidro Elétrico para carros nacionais e importados.


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